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Trilha Ecocultural reúne calouros para caminhada ecológica pela UEM
Por Administrador
Publicado em 02/04/2025 09:13
Notícias de Maringá

Cerca de 200 calouros da Universidade Estadual de Maringá (UEM) participaram, na manhã de terça-feira (1º), da tradicional Trilha Ecocultural pelo câmpus sede. O evento integra as atividades do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CSA) na Calourada 2025 e é uma  iniciativa do projeto de extensão “Os Direitos de Cidadania e o Meio Ambiente”, com apoio do Comitê Gestor Ambiental (CGA) e do projeto Revitaliza.  

A concentração aconteceu às 8h30, em frente aos Blocos Q-02 e Q-03, do Museu da Bacia do Paraná e Reitoria, e o percurso durou  cerca de 1h30. Durante a caminhada, os estudantes puderam conhecer melhor o espaço universitário e sua importância ambiental. 

Entre os locais visitados, estão o Diretório Central dos Estudantes (DCE); Comissão do Vestibular Unificado (CVU); Diretório Acadêmico do Centro de Estudos Socioeconômicos (Dacese); Teatro Oficina; Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi); Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PEC); instalação “Flores para os Sem-Terra”, idealizada pelo artista plástico Jorge Pedro sobre o Massacre de Carajás; Estação Climatológica; Planetário; Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupelia); Laboratório de Ensino e Pesquisa e Análises Clínicas (Lepac); Laboratório de Arqueologia, Etnologia e Etno-história - Tulha/LAEE; Biblioteca Central (BCE) e, por último, o Restaurante Universitário (RU).   

Para o coordenador da trilha, professor Marino Elígio Gonçalves, do Departamento de Direito Privado e Processual da UEM, a atividade vai além de apresentar a infraestrutura da universidade aos novos alunos. Ele destaca que a UEM desempenha um papel fundamental na preservação ambiental da cidade e região. “Na medida em que o estudante conhece e percebe que essa universidade é linda e tem um papel fundamental para os serviços ecológicos prestados à cidade de Maringá e região, ele passa a compreender sua importância. A UEM preserva espaços para a recarga das chuvas, contribuindo para o lençol freático, os rios e o fornecimento de água de qualidade para a população, animais e plantas”, ressalta.   

Além do vínculo com o meio ambiente, a trilha também promove conexões interpessoais e acadêmicas. “Os alunos vão passar, no mínimo, cinco anos aqui. É nesse ambiente que eles vão construir relações – com a instituição, com suas disciplinas e com outras pessoas. Quando eu percebo que pertenço a esse ambiente, eu passo a cuidar dele”, frisa o professor.  

Outro conceito reforçado pela trilha é o da transversalidade, ou seja, a ideia de que pequenas ações individuais podem gerar um impacto coletivo positivo. “Pequenos gestos feitos no coletivo fazem a diferença. E, nesse contexto, se fecha a nossa política ambiental, cujo objetivo é tornar a Universidade Estadual de Maringá uma instituição sustentável. Já somos a primeira universidade sustentável do Paraná, mas o objetivo é torná-la a primeira do Brasil”, conclui Gonçalves. 

(Marilayde Costa/Comunicação UEM)

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